Centro Cultural Octo Marques teve mais de 7,5 mil visitantes

No ano passado, 21 artistas tiveram seus trabalhos expostos nas duas salas expositivas: Galeria de Artes Frei Nazareno Confaloni e Galeria Sebastião dos Reis (Foto: Secult)

O Centro Cultural Octo Marques, em Goiânia, encerrou o ano de 2025 com saldo expressivo. A coordenação da unidade, gerida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult Goiás), contabilizou mais de 7.500 visitantes até dezembro, graças a uma programação robusta e dinâmica.

Ao todo, 21 artistas tiveram seus trabalhos expostos nas duas salas expositivas do espaço, Galeria de Artes Frei Nazareno Confaloni e Galeria Sebastião dos Reis.

Octo Marques

Uma das principais vitrines da arte contemporânea em Goiás, o Centro Cultural Octo Marques sediou oito grandes mostras e reuniu artistas de diferentes gerações e linguagens em exposições.

Entre os destaques, estão as exposições “Mapas Invisíveis”, de Dauto Galli, que atraiu 1.229 visitantes, e a coletiva “Sob Nossos Cascos”, de Rafael Almeida, “Sorrindo é Melhor”, de Cadjoo, e “Matrizes de Banzo: Entre o Perene e o Perecível”, de Marcelo Ramalho, que juntas somaram 2.270 visitantes.

Essas exposições abordaram temas como identidade, memória, território, corpo, ancestralidade e afetos. Os artistas utilizaram suportes variados — pintura, desenho, fotografia, instalações, videoarte, lambe-lambe, performances, pixos e até inteligência artificial. Os visitantes foram provocados por reflexões sobre a ocupação urbana, a ressignificação do passado e as violências contra o corpo.

A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, destaca que o Centro Cultural Octo Marques também se destacou por sua política de acessibilidade e permanência.

“As galerias ficaram abertas praticamente todos os dias do ano, incluindo feriados, com exceção do Natal e do Ano Novo. Retomamos a unidade como um espaço contínuo de lazer e cultura para moradores e turistas”, celebra.

Coordenadora do equipamento, Débora Correa comemora os resultados de 2025.

“Esses números são reflexo do compromisso com a valorização da produção artística local e da democratização do acesso à cultura em Goiás. E em 2026 projetamos esse mesmo ritmo, claro com ainda mais melhorias”, afirma.