Projeto Movimento e Saúde leva qualidade de vida a servidores do HEL

Cuidar de quem está na linha de frente da assistência também é uma prioridade estratégica. Com esse propósito, o Hospital Estadual de Luziânia (HEL) promoveu mais uma ação do Projeto Movimento e Saúde, criado a partir da análise do perfil epidemiológico institucional, que identificou índices elevados de sobrepeso, obesidade, sedentarismo e ansiedade entre os colaboradores.
Diante desse diagnóstico, a unidade do Governo de Goiás na região do Entorno do Distrito Federal (DF) estruturou uma proposta voltada à promoção da saúde física e mental no ambiente de trabalho, com foco em prevenção, conscientização e mudança de hábitos.
O projeto é conduzido pela psicóloga Lorena Freitas e pela nutricionista Bianka Medeiros, que atuam de forma integrada, associando orientações sobre saúde emocional e alimentação equilibrada. A abordagem busca oferecer intervenções práticas, acessíveis e alinhadas à realidade da rotina hospitalar.
Segundo a psicóloga Lorena Freitas, a iniciativa nasceu da necessidade de olhar para os dados internos e transformá-los em ações concretas.
“Quando analisamos o perfil epidemiológico, percebemos que não se tratava apenas de números, mas de pessoas que estavam enfrentando desafios relacionados à saúde física e emocional. O projeto surge justamente para promover consciência, incentivar o autocuidado e oferecer suporte contínuo aos colaboradores”, destacou.
Projeto Movimento e Saúde – quarto ciclo
Os encontros são realizados mensalmente e, em fevereiro, foi concluído o quarto ciclo da iniciativa, fortalecendo o acompanhamento sistemático e o vínculo com os participantes. Para Lorena, a continuidade é um dos pilares do projeto.
“Mudança de hábito exige constância. Nosso objetivo é criar um espaço seguro de orientação, escuta e troca de experiências, para que cada profissional se sinta apoiado nesse processo”, afirmou.
Lorena ressaltou que o Projeto Movimento e Saúde amplia as ações voltadas à prevenção de doenças, ao cuidado integral e à valorização das equipes.
“Quando a instituição investe na saúde do colaborador, ela fortalece não apenas o bem-estar individual, mas também a qualidade da assistência oferecida à população”, concluiu.



